O luto parental engendra a dualidade no ser.
O SER se aproxima e invade nosso ser com perda e dor.
Sentimentos dilacerantes emergem do nosso âmago e reverberam no espírito e na alma.
Dores atrozes nos consomem.
Choros copiosos nos inundam.
E a desesperança instala-se como uma foice em nossa alma.
Nosso alicerce foi-se!
E não encontramos mais nosso ser.
E morremos!
Morremos para nascer, verdadeiramente.
Nascemos em vida, após perdas necessárias.
Nascemos para um acréscimo libertador.
Nosso ser liberta-se de sentimentos incertos.
Nosso ser consegue, finalmente e fielmente, compreender e apreender a liberdade do SER.
Mais um lindo e profundo texto Lu, principalmente no atual cenário. São muitos os vazios existentes na alma.
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Vazios cheios de incertezas.
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Obrigada
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Mais uma reflexão inspirada e inspiradora. Muito atual.
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As expressões que nos salvam. Obrigada Dindinha.
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Oi Professora Ludmila. Tão triste saber da morte de Café. E na tristeza encontrei você; bom saber que tem mais gente interessante na UFRB, gostei de seu post, de declarar sua maternidade, e suas poesias… O mundo esta ficando pobre, mas ainda tem gente bacana…ai que tristeza de perder tanta gente…que Deus nos proteja e tenha piedade de nossos filhos…
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Minha flor. Seja bem vinda. Comecei a escrever os anseios de minha alma em 2017, para aplacar a dor de perder sogro, mãe, pai e cão em quatro meses.
Café é uma alma de luz.
Deus é bom e misericordioso, mesmo sem o nosso entendimento.
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Muito obrigada ☺️ pelos elogios. Um beijo na alma.
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