A difícil arte de Viver

Há dias em que a vida torna-se difícil de ser vivida, e apenas sobrevivemos.

Angústias e solidões invadem a vida.

Incertezas e frustrações tornam-se o tempero indigesto da vida.

E a consequência nefasta é o vazio regado de desesperança!

Todavia, essas fases são realidades, assim como os devaneios de felicidade.

A felicidade deve ser imperativa, e não hormonal, pois assim deixará de ser um devaneio.

A felicidade deve ser Divina, e não material.

Nesses momentos de tristezas e dúvidas, por mais dolorosos que sejam, precisamos ouvir nossas dores. Ouvir nossos prantos vazios e sufocantes.

Ouvir a serenidade adentrando no espírito, junto com as lágrimas do alívio existencial.

A serenidade acompanha a tristeza, para assim transmutá-la em retidão.

E a retidão, mesmo na obscuridade, nos guia para a Luz Divina!

Precisamos apenas de tempo, para ouvir os prantos e hidratar a alma.

E a vida, em todas as esferas, surge e se mantém com a hidratação.

Publicado por Ludmilla Santana Soares e Barros

Professora, sanitarista, mãe, pesquisadora e buscadora do Pai. Brasiliense por natureza. Baiana por ascendência e descendência.

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