Há dias em que a vida torna-se difícil de ser vivida, e apenas sobrevivemos.
Angústias e solidões invadem a vida.
Incertezas e frustrações tornam-se o tempero indigesto da vida.
E a consequência nefasta é o vazio regado de desesperança!
Todavia, essas fases são realidades, assim como os devaneios de felicidade.
A felicidade deve ser imperativa, e não hormonal, pois assim deixará de ser um devaneio.
A felicidade deve ser Divina, e não material.
Nesses momentos de tristezas e dúvidas, por mais dolorosos que sejam, precisamos ouvir nossas dores. Ouvir nossos prantos vazios e sufocantes.
Ouvir a serenidade adentrando no espírito, junto com as lágrimas do alívio existencial.
A serenidade acompanha a tristeza, para assim transmutá-la em retidão.
E a retidão, mesmo na obscuridade, nos guia para a Luz Divina!
Precisamos apenas de tempo, para ouvir os prantos e hidratar a alma.
E a vida, em todas as esferas, surge e se mantém com a hidratação.