Eu sou ínfimo perante o SER!
Sou um nada, retumbante no TODO do SER!
Nossos seres, quando existem, nos afastam de nosso SER!
Nosso existir, nos âmbitos da melancolia, da soberba e da ignorância, anulam o SER, ao ponto do TUDO torna-se INFINITAMENTE DISTANTE!
Meu ser, ao se perder de si, inicia a caminhada ao SER!
Na perda, passamos a ser e existir, e, assim, nos unimos ao SER!
O caminho verdadeiro para a paz de ser é ser, existir e coexistir com o SER!