Escrevemos para viver; para transbordar; para vivenciar nossos vários EUS; para expor nossos demônios e silenciá-los.
Escrevemos para sintetizar as nossas angústias e dinamitar o EGO.
Escrevemos para consubstanciar as várias facetas da personalidade e fragilizar o temível EGO.
Escrevemos, pois, somos seres oriundos da mente, apesar de nossos músculos e caninos.
Escrevemos para atingir a maturidade espiritual e o discernimento transcendental, inerentes às nossas almas e espíritos, fugidios da matéria e da carne.
Escrevemos para compreender o Divino em nós e para unificar a Deidade em nós.
Escrevemos para abrandar as angústias de nossas existências e de nossas idiossincrasias.
Escrevemos para o sustento material, físico, mental e espiritual.
Escrevemos para nos centrar e nos distanciar de nós.
Escrevemos para a posteridade e para a Infinitude.
Escrevemos para fazer da lembrança um norte em nossas vidas.
Escrevemos para viver e para morrer.