ESCREVER PARA VIVER

Escrevemos para viver; para transbordar; para vivenciar nossos vários EUS; para expor nossos demônios e silenciá-los.

Escrevemos para sintetizar as nossas angústias e dinamitar o EGO.

Escrevemos para consubstanciar as várias facetas da personalidade e fragilizar o temível EGO.

Escrevemos, pois, somos seres oriundos da mente, apesar de nossos músculos e caninos.

Escrevemos para atingir a maturidade espiritual e o discernimento transcendental, inerentes às nossas almas e espíritos, fugidios da matéria e da carne.

Escrevemos para compreender o Divino em nós e para unificar a Deidade em nós.

Escrevemos para abrandar as angústias de nossas existências e de nossas idiossincrasias.

Escrevemos para o sustento material, físico, mental e espiritual.

Escrevemos para nos centrar e nos distanciar de nós.

Escrevemos para a posteridade e para a Infinitude.

Escrevemos para fazer da lembrança um norte em nossas vidas.

Escrevemos para viver e para morrer.

Publicado por Ludmilla Santana Soares e Barros

Professora, sanitarista, mãe, pesquisadora e buscadora do Pai. Brasiliense por natureza. Baiana por ascendência e descendência.

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